Estamos vivenciando um momento de crise sem precedentes e as empresas estão buscando se adequar a essa nova realidade, tendo que lidar com os custos e despesas operacionais e com a queda brusca de faturamento; o que afeta a empresa em toda sua estrutura financeira, operacional e organizacional.

Diante de muitas incertezas no mercado econômico, as organizações vivem uma verdadeira corrida contra o tempo e precisam tomar decisões e implementar ações para garantir a continuidade operacional do seu negócio.

As ações mais comuns que possuem um efeito de curto prazo são:

  • redução de custos e despesas;
  • implementação de tecnologias para acesso remoto;
  • postergação dos tributos;
  • descontinuidade de linhas dos produtos/serviços com baixa margem de lucro;
  • implementação de novos produtos/serviços com alta demanda no atual contexto;
  • mudança das estratégias de entrega dos produtos/serviços;
  • captação de recursos financeiros;
  • renegociação dos compromissos financeiros; e
  • parcerias empresariais que podem advir, principalmente, de fusões, incorporações e aquisições.

Sobreviver a momentos de crise requer inovação, estratégias e, principalmente, encarar novos desafios. Para algumas empresas pode significar uma reestruturação física, econômica e/ou societária.

O compartilhamento de recursos pode ser a chave para o sucesso do negócio e as parcerias empresariais demonstram ser uma importante solução para conduzir esse efeito nas organizações.

O momento atual é propício para que empresas capitalizadas tenham a oportunidade de investir em empresas menores que estão passando por dificuldades financeiras. Propício para união de empresas por incorporação, fusão ou aquisição para que possam manter, e até mesmo ampliar, seus negócios nesse momento desafiador que o país e o mundo estão passando.

As tradicionais fusões, incorporações, aquisições e outras parcerias com os antigos “competidores de mercado”, mas que neste momento podem se tornar aliados, são operações que acarretam inúmeras vantagens, como a expansão do mercado consumidor, redução dos custos, sinergia, aumento dos benefícios na linha do negócio e na gestão empresarial.

Entretanto, as parcerias empresariais tendem a ser um risco para o próprio negócio, caso não sejam transparentes e consistentes. E é neste momento que a “Due Diligence” pode ser um importante fator para definir o sucesso das negociações.

Mas afinal, o que é uma Due Diligence?

Muitos empresários conhecem bem a sua própria empresa e os riscos envolvidos, mas e os riscos do negócio e confiabilidade das informações da empresa-alvo?

O trabalho de Due Diligence é baseado em acordos de confidencialidade e consiste num processo de análise e avaliação de informações da empresa que está sendo “alvo” da negociação. Esse processo visa avaliar principalmente a existência de contingências, riscos trabalhistas, previdenciários e tributários, bem como para avaliar questões e informações financeiras, contábeis e operacionais da empresa-alvo.

A Due Diligence também pode ser um processo de avaliação solicitado por empresas que estão em busca de investidores ou pensam em vender parte ou a empresa como um todo no futuro. Esse trabalho é feito de forma “preventiva” e é importante para verificar se existem riscos, contingências ou oportunidades nos negócios, bem como a confiabilidade e adequação dos dados e informações da entidade.

Quer saber mais sobre esse serviço? Nossos especialistas estão à disposição para ajudá-lo.

 

Autoras: Valéria Medina (Diretora de Auditoria da Moore Belo Horizonte) e Rayane Alvim (Auditora Sênior da Moore Belo Horizonte).

Valeria Medina

Valeria Medina

Diretora de Auditoria da Moore Belo Horizonte