Entre os edifícios da capital e o verde expansivo do interior, Gabrielle posiciona o seu notebook, intercalando as paisagens enquadradas às janelas do seu home office.

Desde março do ano passado, a auditora divide a rotina de trabalho entre o seu apartamento em Porto Alegre; e a casa de campo da família, em Vespasiano Corrêa – lugar de acolhimento de uma típica família gaúcha.

A paixão por ir e vir, ela herdou do pai, que trabalhou por 35 anos em uma companhia aérea. “Desde criança, nosso melhor passatempo em família é viajar, conhecer novos lugares e ouvir histórias”, declara Gabrielle.

E é com o irmão Lucas, que Gabrielle divide os seus melhores momentos, amigos e lugares. “Nós somos muito próximos e fazemos muitas coisas justos”, conta.

A escolha pela auditoria aconteceu durante a graduação em ciências contábeis e por grande motivação do tio – Jarbas, que desde a infância convive com o universo da auditoria e há 16 anos fundou o escritório da Moore no Rio Grande do Sul.

“Eu já cursava ciências contábeis e o entusiasmo do meu tio só veio somar à minha vocação por números”, diz Gabrielle. Ela trabalha na Moore de Porto Alegre desde os 19 anos e passou por diversas outras funções até iniciar a carreira na auditoria: recepção, administrativo, financeiro. “Tudo isso me ensinou a entender toda a retaguarda que está por traz dos serviços de auditoria e quando eu pude me dedicar apenas à carreira, já há dois anos, eu entrei de cabeça”, explica Gabrielle, que adora trabalhar em equipe.

Com a mãe, ela aprendeu o valor da partilha e da amizade. “Nossa polentada é tradicional. A minha mãe e todas as minhas tias se reúnem e cada uma faz uma parte. Uma cuida do molho, outra do frango, outra da polenta e, na hora de servir, é uma alegria sem fim. Quando não existia pandemia nossa polentada era frequente, diz Gabrielle”.

Outra coisa que não pode faltar na família é o churrasco aos domingos. “Para nós, domingo sem churrasco não é domingo”.

Para esta jovem auditora millennial da geração Z, que não deixa de evoluir profissionalmente, dedicando-se ao trabalho home office, a maior saudade é o encontro olho no olho com os amigos e toda a família.

“Quando estávamos juntos, todos estávamos no celular, agora, eu queria rir e conversar com todos juntos, mas isso ainda não é possível”, diz Gabrielle.

Que a polentada gaúcha e a sensibilidade desta jovem mulher nos lembre o quanto é valiosa a partilha e que possamos nos alimentar da nostalgia dos grandes encontros para seguirmos confiantes nesta pandemia.

Moore Brasil

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